Fantasmas
A prática do dharma nos ensina a lidar com nossos fantasmas, isto é certo.
Palavras, olhares, gestos e lembranças de outras pessoas, de amigos e até de parentes próximos, se estagnados em nosso coração, têm uma grande tendência a virarem fantasmas. Podemos então olhar para os nossos fantasmas como fantasmas apenas, coisas sem consistência por si só. Aprendemos a não cultivá-los, até porquê, segundo um amigo meu, eles crescem, crescem muito, ficam obesos e cheiram mal, muito mal.
Seria uma ilusão achar que iríamos fazê-los irem embora apenas detectando-os e os expulsando a força, aos gritos. É disso que eles gostam e quanto mais os expulsamos aos gritos, mais eles voltam, quanto mais deles desdenhamos, mais eles crescem, e o mesmo serve para nossos inimigos. Sendo assim, apenas deixemos que vão, podemos nos desapegar destes nossos bichos de estimação, é possível. Somos nós que ativamente os liberaremos de nós mesmos, porquê o coração livre, este já o possuímos de nascença e faz parte da "genética" do dharma.
Palavras, olhares, gestos e lembranças de outras pessoas, de amigos e até de parentes próximos, se estagnados em nosso coração, têm uma grande tendência a virarem fantasmas. Podemos então olhar para os nossos fantasmas como fantasmas apenas, coisas sem consistência por si só. Aprendemos a não cultivá-los, até porquê, segundo um amigo meu, eles crescem, crescem muito, ficam obesos e cheiram mal, muito mal.
Seria uma ilusão achar que iríamos fazê-los irem embora apenas detectando-os e os expulsando a força, aos gritos. É disso que eles gostam e quanto mais os expulsamos aos gritos, mais eles voltam, quanto mais deles desdenhamos, mais eles crescem, e o mesmo serve para nossos inimigos. Sendo assim, apenas deixemos que vão, podemos nos desapegar destes nossos bichos de estimação, é possível. Somos nós que ativamente os liberaremos de nós mesmos, porquê o coração livre, este já o possuímos de nascença e faz parte da "genética" do dharma.

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