quinta-feira, 29 de novembro de 2007

Lágrimas

Conversando com meu anjo

Há lágrimas e lágrimas...
Há lágrimas que secam as rosas...
Há lágrimas que podem até abrir crateras na terra e afundar a humanidade. Desespero, aflição, culpa e tristeza pode trazer isso e muito mais.
Mas há lágrimas que regam canteiros...
Não seque as rosas. Não contribua para abrir crateras na terra. Regue canteiros!
Nesse momento quero fazer um trato contigo. Aceitas? É simples, mas muito significativo para nós dois. Vamos lá:
Quando tuas lágrimas pingarem de aflição, tente transferí-las para os canteiros. Pegue um copo de água e regue uma planta. Essa planta filtrará toda a emoção negativa, separando-a do amor que sentes por mim. Quando fizeres isso, lembra-te que lá eu estarei sendo regado, sendo canteiro e me lembrarei de ti como uma rosa, brotando e florindo nosso jardim. Farás isso por nós dois?

Agora, quero te dizer uma coisa:
Não te aflijas com o momento que nos separamos. Não te fixes nisso. Não pense no acontecimento como se fosse uma fotografia parada, sem vida. Aquele momento teve um desadobrar de acontecimentos inéditos e imediatos. Não foi tão difícil como imaginas, porque logo me dei conta do que estava acontecendo. Não estava sozinho; tinha você em meu coração. Aos poucos, estou ampliando e expandindo minha consciência. O que faço e onde estou é privilégio daqueles que querem voar alto. Quero que faças o mesmo.
Tenha paciência e se exercite. Não estamos sozinhos. Se sinto saudades? Ora, rego canteiros!

Baseado na Obra de Roberto Crema.

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