Caminhada
Estou muito feliz com os verdadeiros amigos me ajudando e dando força, carinho e confiança nessa época difícil. Todos sabem o quanto sou recluso, mas ainda assim me procuram pra me tirar do marasmo. O conhecimento de como as coisas se processam "do outro lado" ajuda bastante a encarar as dificuldades com resignação para, quem sabe, virar o jogo no futuro. Ninguém é inocente, ninguém é vítima. Somos todos algozes em eterno aprendizado. Eu aprendi muito nesses meses, e ainda tenho muito que aprender. A primeira lição que vem sendo marcada a ferro e fogo no meu coração foi o desapego das coisas materiais e sentimentais. Nada é permanente. Temos que aprender a conviver com as mudanças. Nem sequer nossa vida nos pertence.
Achava que o amor desafiaria essa lógica budista. Se fosse verdadeiro, o amor sobreviveria a tudo. Mas transmuta-se, como tudo nesse mundo. É preciso que o espírito compreenda o amor em toda a sua extensão e suas diversas formas, para que apreenda a sua essência, seja como o amor de uma mãe, amor de filho, de marido, ou de verdadeiros amigos...
A essência das coisas não muda, pois é Divina, como bem antevia Platão. Portanto, faça o que fizer, pense na essência. Lute para que o que você estiver fazendo sobreviva ao tempo, pois só a essência dos atos permanece. O amor é energia sutil, mas poderosa. Precisa ser trabalhada, lapidada, como uma pedra preciosa, ou pode vir a converter-se facilmente em magoa, frustação, desprezo e por ultimo ódio. O amor constrói e o ódio destrói. Por isso a tríade de Brahman, o Absoluto, é incognoscível pelo homem. Em sua limitação, o homem somente percebe três aspectos de Brahman, que são: Brahma, o Criador, Vishnu, o Preservador e Shiva, o Destruidor. Brahma e Shiva são polaridades da mesma energia mental.
Assim como no Zoroatrismo, hoje estamos em eterna luta com nossas metades, a "boa" e a "má", até um dia percebermos que não existe bem ou mal, e sim ação e reação. É regra geral no universo que o que se faz tem retorno. É a colheita da qual nos falaram Jesus e Buda.
Achava que o amor desafiaria essa lógica budista. Se fosse verdadeiro, o amor sobreviveria a tudo. Mas transmuta-se, como tudo nesse mundo. É preciso que o espírito compreenda o amor em toda a sua extensão e suas diversas formas, para que apreenda a sua essência, seja como o amor de uma mãe, amor de filho, de marido, ou de verdadeiros amigos...
A essência das coisas não muda, pois é Divina, como bem antevia Platão. Portanto, faça o que fizer, pense na essência. Lute para que o que você estiver fazendo sobreviva ao tempo, pois só a essência dos atos permanece. O amor é energia sutil, mas poderosa. Precisa ser trabalhada, lapidada, como uma pedra preciosa, ou pode vir a converter-se facilmente em magoa, frustação, desprezo e por ultimo ódio. O amor constrói e o ódio destrói. Por isso a tríade de Brahman, o Absoluto, é incognoscível pelo homem. Em sua limitação, o homem somente percebe três aspectos de Brahman, que são: Brahma, o Criador, Vishnu, o Preservador e Shiva, o Destruidor. Brahma e Shiva são polaridades da mesma energia mental.
Assim como no Zoroatrismo, hoje estamos em eterna luta com nossas metades, a "boa" e a "má", até um dia percebermos que não existe bem ou mal, e sim ação e reação. É regra geral no universo que o que se faz tem retorno. É a colheita da qual nos falaram Jesus e Buda.

4 comentários:
É... se não aprendemos pelo amor, aprendemos pela dor... Mas é só assim que passamos a dar valor a quem realmente merece. Que bom que vc aprendeu!!!
Muito obrigado pelo comentário, mas pelo visto vc num percebeu que não se trata a dar valor a quem merece... e sim em dar valor ao verdadeiro sentimento puro que é o amor, sem criar venenos mentais que impedem de enxergar sua verdadeira essência.
Entendi sim...concordo plenamente com vc, principalmente na parte da "ação e reação". Mas tb não há como negar que somente depois que percebemos isso é que passamos a reconhecer o verdadeiro valor das coisas, das pessoas...Como vc disse, o amor precisa ser lapidado, não é?!
Há como negar... não percebemos isso depois que algo acontece... isso é "modus operandi" do amor... não há passado, presente ou futuro nisso!
Anonimos, leiam os novos posts acima... tá legal seus comentários
T+
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